quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Será felicidade mesmo necessária?

Hoje me peguei pensando na seguinte frase "será felicidade mesmo necessária?". Felicidade é uma palavras pesada, alegria é tão mais leve. Diante da pergunta "Você é feliz?" dois fardos são lançados às costas do inquirido, o primeiro é procurar uma definição para felicidade, o que equivale rastrear uma escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde até a conquista da bem-aventurança, o segundo é examinar-se em busca de uma resposta, nesse processo, despara-se armadilhas, caso se tenha ganhado um aumento no emprego na semana anterior, o mundo parecerá lindo e perfeito, caso se esteja com dor em qualquer parte do corpo, parecerá feio e perverso, mas a dor no corpo irá passar, assim como a euforia pelo aumento salarial, e se há algo imprescindível na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência, uma resposta conseqüente exige colocar na balança a experiência passada, o estado presente e a expectativa futura, dá trabalho e a conclusão pode não ser tão clara como esperamos.
Trocamos o conceito felicidade, por uma boa casa, um bom salário e um bom emprego, isso não se chama felicidade se chama alegria, duas palavras completamente diferentes que nos levam a confusão.A alegria dá e passa, felicidade não, ela é constante, alegria é satisfação, felicidade é paz de espírito, ou você é feliz ou você não é, não adianta procurar a felicidade onde só existe alegria e eu achei a seguinte conclusão, felicidade não é mais necessária nos dias de hoje, vivemos muito bem de momentos alegres, tentando enganar-se.

Um comentário:

  1. Como disse Buda: "Não há um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

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